sexta-feira, 3 de setembro de 2010

VISITA DO CANDIDATO FERNANDO NOBRE

Fernando Nobre no Vale do Sousa.

O nosso candidato Presidencial, Dr. Fernando Nobre, vem visitar a nossa região no próximo dia 11 de Setembro.

Fernando Nobre, numa acção de pré-campanha, visitará os Concelhos de Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Lousada.

Esta deslocação do nosso candidato assume particular importãncia, uma vez que visitará nestes Concelhos algumas instituições de relevãncia civica e social. Trata-se de uma série de visitas a instituições que são a base do trabalho de sempre do candidato, que assume assim a sua vocação humanista e de preocupação pelos problemas com que a sociedade de hoje se debate.

Programa da visita:

11h - Paredes (Inauguração da sede de candidatura e visita à Feira de Paredes)
13h - Lousada (Almoço e inauguração da sede de candidatura)
15,45h - Penafiel (Visita aos Bombeiros Voluntário)
16,45h - Paços de Ferreira (Visita aos Bombeiros Voluntários)
18,45h - Paredes (Visita à Santa Casa da Misericórdia e aos Bombeiros Voluntários, com jantar)

Na qualidade de responsável pela candidatura nos Concelhos de Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel, convido todos os cidadãos interessados a acompanhar esta visita, que se iniciará com a inauguração da sede de candidatura, siuada na Rua Dr. António Mendes Moreira (em frente ao Restaurante TERRAMAR).

Para qualquer dúvida, esclarecimento ou se estiver interessado em participar no jantar de encerramento da visita, que decorrerá nos Bombeiros Voluntários de Paredes, contacte-nos através dos endereços e telemóvel indicados em baixo.

José Henriques Soares

Fernando Nobre em Paredes

PRESIDENCIAIS 2011
Jornal Verdadeiro Olhar.
Publicada quinta-feira, 2 de Setembro de 2010.
Com a apresentação do candidato Presidencial do PCP, começa a ficar definido o leque de candidatos a Belém. Para o quadro ficar completo, mais coisa, menos coisa, faltará ser oficializada a candidatura do actual Presidente da República, a quem o PSD e o CDS/PP estão “obrigados” a dar o seu apoio (embora haja muita gente com pouca vontade para isso), mas não há volta a dar. Os dois partidos da direita dar-lhe-ão esse apoio.
Aproveito este espaço para lhes dar conta, que o candidato Presidencial Dr. Fernando Nobre, estará de visita à nossa região no próximo dia 11 de Setembro (sem atentados, se Deus quiser!). Estará nos Concelhos de Paredes, Paços de Ferreira, Penafiel e Lousada. No âmbito desta visita, serão inauguradas as sedes de candidatura de Paredes e de Lousada. Esta visita iniciar-se-á pelas 11h em Paredes com a inauguração da sede de candidatura e encerrará novamente em Paredes com um jantar de apoiantes, nos Bombeiros Voluntários de Paredes.
Convido todos os interessados e apoiantes anónimos a consultarem o Blog fernandonobreparedes.blogspot.com onde se encontra o programa da visita e outros assuntos de interesse sobre o candidato.
Quem estiver interessado em acompanhar a visita de Fernando Nobre e/ou estar presente no jantar de encerramento, pode contactar através do e-mail fernandonobreparedes@gmail.com ou dos contactos existentes no blog.




O Dr. Fernando Nobre, candidato Presidencial, convida V/Ex.ª a acompanhar a sua visita aos Concelhos de Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Lousada, de acordo com o programa que se segue:

1. 11 h - Paredes (Inauguração da sede situada na Rua Dr. António Mendes Moreira, em frente à Clínica da Arrifana, seguido de visita à Feira).

2. 13 h – Lousada ( Almoço e inauguração da sede de candidatura).

3. 15,45 h – Penafiel (visita aos Bombeiros Voluntários).

4. 16,45 h – Paços de Ferreira (visita aos Bombeiros Voluntários).

5. 18,45 h – Paredes (visita à Santa Casa da Misericórdia e Bombeiros Voluntários, com Jantar).
(Jantar – carece de convite).

Vamos Unir Portugal!

Fernando Nobre em Paredes


Jornal Progresso de Paredes
Publicada quinta-feira, 2 de Setembro de 2010


O candidato independente à presidência da República, nas eleições presidenciais de 2011, Fernando Nobre, vai estar em Paredes no próximo dia 11 de Setembro, sábado. Uma visita de pré-campanha eleitoral que está inserida num périplo que fará pelo Vale do Sousa. Fundador e líder da Assistência Médica Internacional, AMI, Fernando Nobre, que também é médico, irá inaugurar, dia 11, pelas 11h00, a sua sede de candidatura, na Rua Dr. António Mendes Moreira, em Paredes. De seguida está programada uma visita à feira onde estará em contacto com a população. Depois disso rumará a Lousada, onde irá inaugurar a sua sede de campanha naquele município e onde irá fazer uma pausa para almoço. Às 16h00 vai fazer uma visita aos Bombeiros Voluntários e à Santa Casa da Misericórdia de Paços de Ferreira. Duas horas mais tarde irá visitar os Bombeiros Voluntários de Penafiel. Pelas 19h00 regressará a Paredes para uma visita à Santa Casa da Misericórdia e à corporação de Bombeiros, onde se irá realizar o jantar de encerramento. Esta deslocação do candidato presidencial ao Vale do Sousa assume particular importância, uma vez que visitará nestes concelhos algumas instituições de relevância cívica e social. Trata-se de uma série de visitas a instituições que são a base do trabalho de sempre do candidato, que assume assim a sua vocação humanista e de preocupação pelos problemas com que a sociedade de hoje se debate.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Fernando Nobre: "O diagnóstico do país não é mortal"

Fernando Nobre: "O diagnóstico do país não é mortal"

Congregar já pelo menos 7% das intenções de voto é, para o candidato à Presidência da República Fernando Nobre, "altamente favorável" para quem não tem apoio partidário.

Na semana passada, revelou o seu mandatário nacional. Apartidário como ele, garante o presidente da Assistência Médica Internacional. É Jorge Ermida, “associa o conhecimento das finanças e da economia e a preocupação pelo desenvolvimento social” e “fará entender a um certo sector da sociedade portuguesa” que a candidatura de Nobre “tem como preocupação primeira a justiça social, mas também está atenta aos fenómenos económicos”.

As sondagens não lhe têm sorrido…

As sondagens a que tive acesso variam entre 7% e 14%. É altamente favorável, para alguém como eu que, até há cinco meses, nunca se tinha batido por nenhum projecto político. Além de que o outro candidato não só beneficia do apoio de dois partidos, como está em campanha efectiva há cinco anos. Quanto ao presidente da República (PR), está em campanha pelo menos há 15! E os outros candidatos podem utilizar as qualidades de PR e de deputado, mas eu não posso usar a minha de fundador da Assistência Médica Internacional, porque iriam surgir ataques indevidos. Parto em desvantagem. A única verdadeira sondagem será a do dia eleitoral. Ou os portugueses optam por mais do mesmo e depois não se queixam, ou optam por uma mudança radical, assente em valores, solidariedade, justiça, dignidade, lusofonia.

Há mais um candidato, o socialista Defensor Moura. Não teme a perda de votos na multiplicação de candidaturas?

Não. Todos os que venham só podem enriquecer o debate. E o meu percurso é diferente e único, porque surjo da cidadania, não a convoco só circunstancialmente. Há mais de 30 anos que a pratico. Tenho obra feita no mundo e em Portugal. Por ano percorro mais de 50 mil quilómetros no país e isso distingue-me dos outros, que vêm do sistema, dos partidos.

Sente-se reconhecido no terreno?

Bastante até, para alguém que nunca andou na rua assim e ainda não entrou em campanha. Estive sobretudo a tratar da estrutura do meu voluntariado em todo o país. A parte das assinaturas está resolvida, tenho mais de onze mil. Mas coloquei a fasquia das 15 mil até ao final de Agosto. E há o financiamento. Terei com certeza um orçamento muito inferior aos demais candidatos, que receberão apoio dos partidos. Numa altura de aperto, só me fica bem uma campanha moderada.

Já reuniu quanto?

Usei já algum do meu bolso e as pessoas estão a contribuir. Mas o segredo é a alma do negócio…

O que pensa do projecto de revisão constitucional do PSD?

É extremamente prematuro um candidato presidencial pronunciar-se sobre proposituras de um partido, com as críticas que se conhecem vindas de outros partidos. Enquanto o assunto não for discutido na Assembleia da República (é assunto da sua exclusiva responsabilidade), é desatempado tecer comentários. A não ser que queira aparecer na televisão… Agora, candidato-me à chefia do Estado no respeito total pelos preceitos da Constituição que há. Não estarei disposto a ver diminuir os poderes presidenciais.

O que pensa do recurso do Estado à golden share na PT para evitar a venda da Vivo?

Parece-me que, para sectores estratégicos do Estado, teria sido de bom tom preservar 51% das participações, para garantia da soberania nacional. Assim não sendo, fez bem em usar a golden share.

Mas o tribunal da UE contestou o uso da golden share…

Vários países têm golden shares e já as usaram. Quando está em causa a soberania nacional, o Estado tem toda a legitimidade para se defender. Não quero ver o meu país como uma espécie de pau mandado seja por quem for.

Está a falar da Europa?

Sim. Não quero que Portugal venha a ser um protectorado da União Europeia e de quem mande nele. Temos recursos, pessoas com a máxima valia e uma história que permite afirmar que Portugal saberá encontrar soluções...

... para a situação insustentável de que fala o PR?

Isso não faz qualquer sentido. Uma situação insustentável quer dizer uma situação sem futuro. Ora o país tem futuro, trunfos valiosíssimos. E sei do que falo, conheço particularmente bem a lusofonia. Portugal tem a zona marítima mais extensa da Europa, com riquezas desconhecidas. O subsolo marítimo pode ser uma solução. A agricultura precisa de um estímulo, a educação de rigor e um nível de exigência muito maior. É preciso cultivar a cultura do mérito e do trabalho, para que amanhã o país continue a olhar o futuro com confiança.

O país não corre o risco de ser um seguidor da Grécia?

Não acredito. O nosso sistema bancário, exceptuando os casos do BPN e do BPP, é gerido por pessoas com responsabilidade. Sim, temos dificuldades, défice, desemprego, mas o diagnóstico não é mortal. O nosso país padeceu até hoje de um excesso de retórica. Precisa de trabalho. E solidariedade activa. E não digo isto de teoria. Digo de prática.

Acredita que pode ganhar a eleição?

Eu estou na corrida para ganhar. E já fiz história: serei o primeiro candidato verdadeiramente saído do pilar da cidadania que chegará às eleições para lutar e vencer. E o primeiro que nasceu no ultramar. Acredito que somos todos portugueses de primeira.

Fernando Nobre: "Estou nesta corrida para ganhar" (Video)

Fernando Nobre: "Estou nesta corrida para ganhar"

Em entrevista ao JN, Fernando Nobre, candidato à presidência da Républica, afirmou-se preparado para a corrida a Belém e reforçou a crença na vitória.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Nobre apresenta João Ermida como mandatário

Nobre apresenta João Ermida como mandatário

Candidato presidencial descreve-o como «profundo conhecedor do mundo financeiro» e um «homem solidário»
O candidato à Presidência da República Fernando Nobre apresentou esta quarta-feira, no Porto, o seu mandatário nacional, João Ermida, «profundo conhecedor do mundo financeiro» e «homem solidário», que faz «a simbiose perfeita entre humanismo e economia».
«João Ermida conhece profundamente o mundo financeiro, o mundo empresarial e o mundo da sociedade civil. No João Ermida fez-se a simbiose perfeita entre humanismo e economia, que o faz ser hoje escutado e consultado pela sua particular experiência e lucidez», afirmou Fernando Nobre, na apresentação do mandatário nacional, que decorreu no Palácio da Bolsa do Porto.
Num discurso em que reafirmou a «isenção, cidadania e suprapartidarismo» da sua candidatura, Fernando Nobre destacou o carácter «humanista» e «solidário» de João Ermida, que «ocupou cargos de destacada relevância na alta finança global e nacional e conhece como poucos os enormes desafios que enfrentamos».
«Sabe, por outro lado, melhor do que a grande maioria de nós todos, as oportunidades que a actual situação oferece e que urge aproveitar», realçou.
Citando o filósofo e político humanista Marcus Tullius Cícero, no ano 55 antes de Cristo, o candidato a Belém referiu que «o orçamento nacional deve ser equilibrado, as dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada».
«Os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública», disse o presidente da AMI-Assistência Médica Internacional.
«Enorme emoção»
Admitindo a sua «enorme emoção» ao receber o convite de Nobre para desempenhar as funções de mandatário nacional, João Ermida defendeu que o candidato pode, enquanto Presidente da República, «continuar a levar o nome de Portugal aos quatro cantos do mundo de forma elevada, pois esses mesmos cantos já conhecem o seu trabalho».
Fernando Nobre «personifica na íntegra as características do povo português, que edificaram e continuam a edificar todos os dias este nosso país», salientou Ermida, assinalando a sua «capacidade de empreender» e de «adaptabilidade».
«Precisamos de alguém que com estas características dirija a Presidência do nosso país. Alguém em quem o povo e os partidos políticos possam depositar confiança na hora de julgar as situações e auxiliar na resolução das mesmas», frisou o mandatário nacional de Nobre.
João Ermida, 45 anos, tem um longo percurso no mundo financeiro, tendo já passado por uma sociedade de corretagem, pelo Citibank Portugal (onde foi vice-presidente) e pelo Grupo Santander, que abandonou em 2003.

«Não veria com bons olhos diminuição dos poderes presidenciais»

«Não veria com bons olhos diminuição dos poderes presidenciais»

Fernando Nobre salienta que se candidatou no «actual quadro da Constituição»

O candidato a Belém Fernando Nobre afirmou não acreditar que a revisão constitucional aconteça antes das presidenciais, recordando que se candidatou no «actual quadro da Constituição» e que «não veria com bons olhos a diminuição dos poderes presidenciais», noticia a Lusa.
No final da apresentação do seu mandatário nacional, João Ermida, que esta quarta-feira decorreu no Porto, Fernando Nobre respondeu aos jornalistas que não acredita «que a revisão constitucional aconteça antes das eleições presidenciais, porque isso poderia vir a modificar as razões das várias candidaturas» - inclusive a sua, se os poderes presidenciais fossem alterados.
«Acho que é um tema que não diz respeito a um candidato presidencial. A revisão constitucional é um tema de exclusiva competência da Assembleia da República», considerou o também presidente da AMI-Assistência Médica Internacional.
«Acho que é de bom tom esperar por todas as propostas de todos os partidos. E depois, com bom senso e sentido de Estado, e adaptando, os vários partidos na Assembleia da República cheguem a um acordo consensual que permita valorizar a nossa Constituição», sublinhou.
O candidato à Presidência da República recordou que se candidatou «no quadro actual da Constituição», acrescentando que não acredita que esta «venha a ser alterada no que diz respeito aos poderes presidenciais até às próximas eleições» presidenciais.
«Mas uma coisa é certa: a minha candidatura é para ir até ao fim, porque, pela primeira vez na história do nosso país, um cidadão, genuinamente o pilar da cidadania, ousou erguer-se e vai lutar até ao fim, e acredito que vai vencer», enfatizou Nobre, concluindo que «não veria com bons olhos a diminuição dos poderes presidenciais tal como estão consagrados hoje na Constituição».

Fernando Nobre Apresenta João Ermida como Mandatário Nacional

sábado, 24 de julho de 2010

Fernando Nobre preconiza "atenção muito especial" às pescas e plataforma marítima

Fernando Nobre preconiza "atenção muito especial" às pescas e plataforma marítima
O candidato à Presidência da República Fernando Nobre defendeu hoje "uma atenção muito especial" para as pescas e o subsolo da plataforma marítima exclusiva de Portugal.

"Acredito que na nossa plataforma marítima exclusiva possa encontrar-se um dos grandes desígnios para a sustentabilidade do futuro do país, não só nas águas mas também no subsolo", declarou Fernando Nobre à agência Lusa.
Na sua opinião, "o mar e o subsolo devem merecer muito mais atenção, muito mais determinação e muito mais vigor na defesa dos nossos interesses estratégicos".
"Portugal não pode ceder um milímetro da sua soberania" nesta área, preconizou o presidente da Assistência Médica Internacional (AMI) e candidato às eleições presidenciais de 2011.
Apostar num melhor aproveitamento dos recursos marinhos e "reforçar a agricultura" são dois "desígnios nacionais", disse, advertindo que "em termos futuros a questão alimentar vai ser crucial".
Neste contexto, Fernando Nobre defendeu "uma redinamização da economia portuguesa com projetos de médio e longo prazo".
Fernando Nobre almoçou hoje com pescadores e outros apoiantes da Praia de Mira, concelho de Mira, com quem partilhou uma refeição à base de sardinha assada, após ter visitado a delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Pereira e sede da Confraria de Doçaria Conventual de Tentúgal, no concelho de Montemor-o-Velho.
O programa da tarde inclui visitas ao Museu Etnográfico de Praia de Mira, Festas de S. Tomé (Mira) e EXPOFACIC-Exposição e Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Cantanhede, a convite do presidente da Câmara Municipal, o social democrata João Moura.
Questionado pelos jornalistas sobre a proposta do PSD de revisão da Constituição da República, o candidato presidencial disse que esta matéria "é uma prerrogativa exclusiva da Assembleia da República".
"Acho sinceramente prematuro, até descabido, estar a pronunciar-me sobre hipóteses de revisão constitucional cujo futuro é mais do que incerto", acrescentou.
"Na devida altura, se eu for Presidente da República, comentarei sobre os meus poderes exclusivos", referiu.
Sobre o pagamento de portagem nas autoestradas SCUT, Fernando Nobre defendeu que "deve haver uma norma válida para todo o território nacional".
"Devem ser todos avaliados e julgados pela mesma bitola nacional, não pode haver portugueses de primeira e de segunda", concluiu.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Situação de Portugal é como uma "hérnia estrangulada"

Situação de Portugal é como uma "hérnia estrangulada"
O candidato presidencial Fernando Nobre comparou hoje a situação de Portugal a "uma hérnia estrangulada", que precisa de ser operada antes que surja "a terrível peritonite e a irremediável morte".
"Portugal precisa de trabalho e de acção, só com retórica não vamos lá", referiu, em Arcos de Valdevez, Fernando Nobre, numa conferência integrada numa homenagem a Mário Soares.
Para o também presidente da Assistência Médica Internacional, o país "está na iminência de uma gravíssima crise" e, por isso, precisa de "um plano de emergência", que passe, desde logo, pelo "encerramento imediato de centenas ou até milhares de institutos e fundações públicos inúteis, salvo para os seus gestores".
O fim de "certas" parcerias público privadas, a definição de medidas "moralizadoras nos salários, mordomias e reformas dos servidores de topo do Estado" e a racionalização dos meios utilizados na Função Pública são outras medidas que Nobre preconiza para o plano de emergência".
Defende ainda o congelamento de "todos os megaprojectos", apostando os investimentos públicos para o apoio às pequenas e médias empresas, e a discriminação positiva do IVA e IRS.
"Já não há volta a dar, chegou a hora de encarar a realidade. É tempo de marcharmos todos contra os canhões que nos atingem: o fatalismo, o Chico espertismo, a paralisante e sufocante partidarite aguda, a corrupção, a irresponsabilidade, a incompetência e o laxismo", alertou.
Nobre lembrou que Portugal "já viveu outros momentos semelhantes ou até piores" do que o actual, mas sempre teve "arte e engenho" para os ultrapassar.
"Este dado histórico acalentador deve obstar ao pessimismo e ao fatalismo lusitano do momento", disse ainda.
Em relação a Mário Soares, Fernando Nobre classificou-o como "um grande português de ontem, de hoje e de amanhã" e um estadista "corajoso e indomável".
"A biografia de Mário Soares já pertence ao património nacional", afirmou.
Nobre disse ainda que guardará "sempre com muito orgulho" o facto de ter pertencido à comissão de honra e à comissão política da última candidatura presidencial de Mário Soares.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

NA ROTA... DE BELÉM!

NA ROTA... DE BELÉM!

Vale a pena dar a mão à palmatória. Há muito tempo que não ouvia ou lia nada de Joaquim Letria. Mas recentemente surgiu em boa forma e com bastante acutilância. Num artigo de opinião que intitulou por “FUGIR? PARA ONDE?” este foi bastante objectivo no que procurou transmitir. Entre outras coisas dizia que... “Sócrates parece aqueles velhinhos que se metem pelas auto estradas em contra-mão, com o Teixeira dos Santos no lugar do morto, a gritarem que os outros é que vêm ao contrário…” e ainda que “…com Guterres nos refugiados, o Sampaio nos tuberculosos e na Fundação FIGO, o Constâncio no Banco Central e o Barroso em Bruxelas, a gente foge para onde?” e agora pergunto eu, para África? Para o Iraque? Para a Faixa de Gaza?

De facto chegamos ao ponto em que não há escolha possível para a fuga. Resta ficar e resistir às adversidades e a esta “maralha política” que nos suga até ao tutano, mas não resolve nada.

Mas ainda há uma janela, discreta, é certo, mas há. Há uma oportunidade de escolha e que pode ser um princípio cívico e de cidadania. É a escolha que todos vamos ter de fazer para a Presidência da República.

As alternativas começam a estar definidas. À esquerda, a CDU quer ter o seu candidato próprio, o que é legítimo. Quanto ao BE e ao PS (este muito recentemente e decisão tirada sob fogo cruzado) vão apoiar a candidatura de Manuel Alegre que, supostamente, seria a candidatura dos cidadãos, mas é hoje claramente uma candidatura do “poder” e “imposta” pelo Bloco de Esquerda a correr claramente em fora de jogo. O PS e Sócrates afundaram-se no seu próprio lamaçal e ficaram reféns desta decisão e, como disse o eterno socialista Mário Soares, foi um erro histórico, mas que para mim não tinha outra alternativa no contexto político actual.

Quanto à direita, PSD e CDS/PP, estão ambos também amarrados a um apoio a Cavaco Silva e resta-lhes aguardar que este decida avançar com a recandidatura. Estão também reféns de uma decisão anunciada. Segundo se ouviu falar por aí, ainda houve alguns sectores que procuram uma alternativa ao actual Presidente da República, mas a estes eu digo, não vale a pena procurarem essa alternativa, simplesmente porque não a têm. Aguardem e apoiem Cavaco Silva, quando e se este entender ser essa a sua vontade.

Não é tão engraçado ver a esquerda e a direita obrigados a assumir decisões anunciadas e que, eventualmente, não quereriam tomar?

E quem é que obrigou a este cenário? Pois é, chama-se FERNANDO NOBRE. Médico de formaçao, fundador e Presidente da AMI - Assistência Médica Internacional e é candidato à Presidência da República. Terá certamente milhares de cidadãos que o admiram pela sua consciência humanitária e social, tendo dedicado toda a sua vida no apoio a quem mais precisa, estejam eles onde estiverem, e é por isto isto que todos nos devemos rever na sua candidatura. Eu particularmente estou cansado de gente que exerce o poder em seu favor e em desfavor da comunidade e que se marimbam para todos nós. É este modo de pensar e de estar da classe política actual, que revolta as pessoas.

A candidatura de FERNANDO NOBRE é e tem tudo para ser diferente. Esta sim, é uma candidatura que emana da sociedade civil. Uma candidatura que terá que ser trabalhada com afinco, com dedicaçao e amor a uma causa. Uma causa de valores. Uma causa de mudança. A causa do grosso dos Portugueses que deixaram de ser classe média e passaram a ser pobres.

Como disse noutro âmbito, esta pode ser a oportunidade da sociedade perceber que pode decidir muitas coisas em seu favor e transmitir aos partidos políticos que eles e os seus líderes nao sao omnipresentes e únicos. E se a eleiçao de FERNANDO NOBRE se concretizar, sendo certo que é muito dificil de acontecer, o sinal está dado e, daí em diante, tudo é possivel.


José Henriques Soares

(jhenriques1964@gmail.com)

domingo, 6 de junho de 2010

Fernando Nobre diz que Agricultura deve ser prioridade

Fernando Nobre diz que Agricultura deve ser prioridade

O candidato à Presidência da República, Fernando Nobre garante que se chegar a Belém fará da Agricultura uma das 10 prioridades nacionais.

«Se eu chegar a Belém, como calculo chegar, dos dez desígnios nacionais pelos quais eu pugnarei um deles vai ser a Agricultura», afirmou, este sábado, Fernando Nobre, citado pela edição online do i, durante uma visita à Feira da Agricultura, em Santarém.

Para o presidente da AMI, este é um sector que não está a receber «a atenção devida». «Eu sou daqueles que pugno para que em vez de estarmos a importar cerca de 70 por cento do nosso consumo alimentício, nós poderíamos tentar atingir a auto satisfação, a auto-suficiência alimentar, mas pelo menos diminuir drasticamente a nossa dependência exterior quanto aos alimentos», declarou. Por isso mesmo, Nobre quer que o país invista na Agricultura «de forma muito mais determinante do que tem sido feito até hoje».
06-06-2010

Fernando Nobre acredita numa vitória nas presidenciais - TSF

Fernando Nobre acredita numa vitória nas presidenciais - TSF

Fernando Nobre acredita numa vitória nas presidenciais.
O candidato a Belém disse, em entrevista ao programa Discurso Directo, acreditar na vitória nas eleições presidenciais por considerar que é uma alternativa ao actual sistema. Fernando Nobre considera que é o candidato da alternativa ao actual sistema Fernando Nobre elogia o líder social-democrata, Pedro Passos Coelho, por ter pedido desculpa aos portugueses. Em entrevista ao programa Discurso Directo, da TSF e Diário de Notícias, o candidato à presidência da república, Fernando Nobre, mostrou-se confiante numa vitória por considerar que tem o apoio dos portugueses desiludidos com o actual sistema. «Muitos dos descrentes, dos desmotivados, dos esquecidos do sistema, que possivelmente são maioritários no nosso país, acho que vão ter possibilidade de escolha. O meu discurso vai ser muito frontal: se quiserem continuar com o sistema tal qual vigorou até hoje, vão ter esses candidatos», sublinhou Fernando Nobre. Sobre o momento político que o país atravessa, o candidato a Belém elogiou o líder social-democrata, Pedro Passos Coelho, por este ter pedido desculpa aos portugueses pelo apoio ao pacote de medidas de austeridade.«Gostei que ele [Passos Coelho] tivesse pedido desculpas. Acho que um líder quanto tem que adoptar medidas que não tinha programadas, só lhe fica bem pedir desculpa», declarou Fernando Nobre. Questionado sobre se também o primeiro-ministro, José Sócrates, devia ter pedido desculpa aos portugueses, o candidato às presidenciais considerou que «não lhe teria ficado mal».

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Fernando Nobre

Fernando Nobre
Caros amigos, apoiantes e simpatizantes da candidatura do
Dr. Fernando Nobre.
Para o Dr Fernando Nobre Viabilizar formalmente a sua candidatura necessitamos de no mínimo 7.500 assinaturas para entregar no tribunal constitucional!
Pedimos-lhe a sua colaboração para este processo fácil e rápido!
Basta aceder ao endereço colocado na barra lateral, (Assinaturas Online) e seguir os passos de preenchimento que são simples!
1-Preenche o formulário online
Formulario Online; (Clicar Assinaturas Online barra lateral).
2-Imprime e assina o Formulário
3-Entrega ao Núcleo de apoio da sua área de residência!

(Saber núcleo da minha residência; Ver Blogspot).

A sua colaboração é muito importante e fundamental neste processo!

Se tiver dúvidas envie um email para; fernandonobreparedes@gmail.com

ou aceda ao Facebook de Fernando Nobre;

quarta-feira, 12 de maio de 2010

NOTA PESSOAL de FERNANDO NOBRE

Meus Amigos:
Nasci e sou católico mas não sectário nem maniqueísta.
Sou um espírito livre e universalista.Como tal, respeito todas as crenças,todas as culturas e todos os Povos, o que má dá o privilégio de exigir que me respeitem também.
Nunca fui um "beija-mão" de ninguém nem do Papa ,que respeito, pese embora o facto dele discordar em várias matérias, como escrevi no meu livro "Humanidade".
A minha vida é pública e transparente e está explanada nas minhas acções de décadas, nos meus livros e disponível em várias fontes de informação.
Nos meus genes estão gravadas, em letras de fogo, as intolerâncias raciais,religiosas e sociais.Nesses trágicos jogos não participo nem participarei, nunca.
Sou LIVRE,TOLERANTE e CONTRA a INDIFERENÇA e a GANÂNCIA.
Como ser humano e médico, as minhas posições sobre o uso do preservativo, sobre o aborto, o exceder o limite terapêutico, a eutanásia, o casamento homossexual...são claras e conhecidas.
Todas essas questões, que espero debater com todos e com os meus opositores durante a campanha eleitoral das presidenciais, exigem humanismo, respeito pelos direitos humanos, ciência, sensibilidade e bom senso.
A minha fé não me exige que esteja de acordo com o Vaticano e com o Papa.
Meus Amigos:
Aqui me tem.Como sou e penso.Não pretendendo agradar a todos.Honesto na maneira como me apresento perante vós.Diferente na maneira de fazer política.Ou melhor dizendo: exercendo a política como acho que ela deveria ser exercida.
Quem quiser que me acompanhe livremente nesta luta.
Abraço Amigo a todos vós
Fernando Nobre

O FACTOR NOBRE

O FACTOR NOBRE

Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Mário Soares tem razão ao considerar "despropositado" discutir as presidenciais à distância de um ano e quando o país enfrenta os demónios que andam aí à solta. Mas Mário Soares não é candidato. Se fosse, provavelmente diria algo diferente. Até porque mais adiante, na entrevista a Mário Crespo, observava, com aparente surpresa e em tom de lamento, que a mesma comunicação social que tanto fala de Alegre não tem dado a Fernando Nobre a atenção que, do seu ponto de vista, ele merece. Ora, falar de Nobre é falar das presidenciais que Soares diz não compreender que se discutam desde já...
Mais crise, menos crise, teremos eleições em Janeiro. E a partir do momento em que um dos principais concorrentes, Manuel Alegre, se apresenta formalmente, elas entram na agenda política regular. Soares está no centro desse debate, querendo ou não - e quer, obviamente, ou talvez nem tivesse dado esta entrevista, ainda que a pretexto de um novo livro, na semana em que Alegre se apresentou. A sua influência num PS dividido acerca do candidato-poeta pesa bastante. Pode-se dizer mesmo que a falta do apoio de Soares nesta fase da candidatura prejudica Alegre tanto ou mais do que a demora da direcção do PS a dar-lhe o "sim". Até porque tudo indica que este virá em breve e o de Soares, com toda a força que a sua opinião ainda tem entre socialistas, não socialistas e, sobretudo, nos media, não é certo que algum dia chegue.
Se não chegar, Alegre terá falhado o seu propósito de mobilizar toda a esquerda, que o levou a tentar a quadratura do círculo esta semana saudando, no mesmo discurso solene de candidatura, as duas figuras tão dificilmente compatíveis que quer juntar como seus apoiantes: Francisco Louçã e José Sócrates.
Percebe-se a mal dissimulada ansiedade de Alegre. A demora socialista fragiliza-o. E a presença de outro candidato no terreno inquieta-o. Na verdade, por mais irrelevante que agora pareça, a candidatura de Fernando Nobre é uma incógnita de primeira grandeza quanto ao desfecho da eleição presidencial. E não só para Manuel Alegre. Aliás, ela favorece o candidato-poeta. Os votos que Nobre tiver não virão apenas da esquerda. E, poucos que sejam, podem revelar-se bastantes para retirar a Cavaco Silva, que em 2006 ganhou por apenas 0,6 por cento, a vitória na primeira volta.
Num país zangado com a sua classe política e que não se sabe em que situação económica e social se encontrará no fim do ano, não é certo que o actual Presidente passe incólume os cinco anos de coabitação com José Sócrates, primeiro cordata, depois tensa ou mesmo conflitual quanto a grandes opções políticas. E um candidato não alinhado partidariamente, com o perfil do fundador da AMI, é uma pedra na engrenagem com consequências imprevisíveis. Mário Soares acarinha-o e valoriza-o - até na veemência com que recusa a ideia de ser o seu patrocinador -, tendo o aparente propósito de enfraquecer Alegre, que nas eleições de há cinco anos o empurrou para o terceiro lugar. Na prática, porém, Fernando Nobre pode revelar-se uma surpresa desagradável, não para Alegre, mas para Cavaco, forçando-o a uma segunda votação de desfecho incerto ou, pelo menos, diminuindo-o perante os outros ex-Presidentes, todos reeleitos à primeira com esmagadora vantagem. Para a História, o grande rival de Soares não é Alegre, mas sim Cavaco. E isso, mais do que o terceiro lugar que obteve em 2006, pode explicar a resistência do ex-Presidente ao candidato-poeta e a simpatia com que encara o factor Nobre.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

CANDIDATO PRESIDENCIAL MANUEL ALEGRE!

CANDIDATO PRESIDENCIAL MANUEL ALEGRE!

Outra reforma!!!...Quantas pensões/reformas tem o Dr. Manuel Alegre, que ontem mesmo oficializou a sua candidatura à Presidência da República?

Manuel Alegre, o candidato Presidencial que, ontem mesmo, oficializou a sua candidatura nos Açores, vai receber MAIS uma reforma de 3.219,95 eur/mensais, pelo cargo de coordenador!!!, de programas de texto da RDP - Rádio Difusão Portuguesa, que ocupou por alguns meses!!!.
A informação faz parte da lista dos aposentados e reformados divulgada pela Caixa Geral de Aposentações (CGA), citada pelo Correio da Manhã.
Em declarações ao citado jornal, Alegre garantiu que nem se lembraria da reforma!!!, se não fosse a CGA a escrever-lhe uma carta. O deputado explicou que foi funcionário da RDP durante “…pouco tempo…”, já que começou a trabalhar na rádio quando voltou do exílio, após o 25 de Abril de 1974 e saiu em 1975, quando foi eleito deputado, cargo que ocupou desde então. “Nunca mais lá trabalhei, mas descontei sempre”, disse o ex. deputado e novamente candidato à Presidência da República.

Comentários:

•3.219,95 euros de reforma por 12 meses de trabalho?

•Descontou sem trabalhar!!! enquanto andava pelos corredores da Assembleia da República na sua árdua tarefa de DEPUTADO?

•Depois da reforma da RDP, reforma da sua função de deputado, reforma da sua função de ex. Ministro, quantas mais reformas serão?

•Não é o Dr. Alegre que se assume como defensor das classes desfavorecidas desta República à beira do abismo?



PS: será este um bom exemplo para a Presidência da República?